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Biólogo diz que estiagem, seca e fogo já eram esperados

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Time: 11:00 AM - 3:35 PM
Location: Pnatanal

PERSISTÊNCIA DEMOGRÁFICA DAS ONÇAS-PINTADAS (Panthera onca) NO PANTANAL DO BRASIL - Allison Loretta Devlin

Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros, Parque Nacional do Pantanal Matogrossense, Museu Americano da Histόria Natural, SUNY ESF e Fundação Panthera.

Segundo ano de seca extrema

O biólogo e apresentador de um programa de televisão, Richard Rasmussen, continua no Pantanal mato-grossense. Na manhã deste sábado (19), nas redes sociais, ele disse que as queimadas e a devastações são uma grande perda para todos os brasileiros. Richard salientou que os incêndios florestais já eram esperadas, devido ao segundo ano de seca extrema.

O biólogo se reuniu hoje com diversos segmentos e setores que buscam salvar o Pantanal e evitar uma catástrofe ainda maior.

Boechat, que já cobriu na Ucrânia o conflito entre rebeldes nacionalistas e rebeldes pró-Rússia, compara o cenário de terra arrasada com o de uma guerra.

Enquanto os povos indígenas ainda se recuperavam do baque da Covid-19.

Pantanal foram queimados em 2020.

Enquanto os povos indígenas ainda se recuperavam do baque da Covid-19, o cineasta Tukumã Kuikuro documentou a destruição do fogo que assola o Pantanal e o abandono das aldeias do Xingu pelo poder público. O jornalista Yan Boechat precisou correr de labaredas para não ficar preso durante sua cobertura. O fotodocumentarista João Paulo Guimarães também foi surpreendido pelas chamas, e descreve o que viu como “inferno”. Esses são alguns dos relatos colhidos pelo EXTRA de profissionais que acompanharam a devastação de um dos principais biomas brasileiros — de acordo com o Ibama, ao menos 2,9 milhões de hectares do Pantanal foram queimados em 2020.

Boechat, que já cobriu na Ucrânia o conflito entre rebeldes nacionalistas e rebeldes pró-Rússia, compara o cenário de terra arrasada com o de uma guerra.